Motogirl: conheça a vida dessas mulheres corajosas

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Elas ainda são minoria em um território predominantemente masculino mas, mesmo assim, estão derrubando preconceitos e ganhando cada vez mais espaço nesse tipo de atividade. Elas são as motogirls: mulheres destemidas que escolheram como o seu “ganha pão” as ruas das grandes cidades, retirando e entregando documentos e objetos.

Vida de uma motogirl: motogirl
Kelly Cristina, motogirl do Rapiddo

Preconceito x profissionalismo

Estas corajosas mulheres, não se intimidam diante das dificuldades da profissão e nem do preconceito sofrido. “O preconceito maior vem da parte dos motoboys. Alguns ainda acham que não somos capazes, nem tão ágeis, ou que lugar de mulher é atrás da pia, mas a maioria apoia”, afirma Kelly Cristina, 35 anos, motogirl cadastrada no Rapiddo, há 8 anos na profissão de motofretista e a primeira mulher no Estado de São Paulo a possuir placa vermelha.

As motogirls são vaidosas e gostam do que fazem. Em alguns casos a vida em duas rodas é quase um destino: “ em 1992 eu comecei a trabalhar numa empresa de motoboys e me apaixonei pela profissão. Depois que tirei minha habilitação, me dividia entre as ruas e o escritório, mas a adrenalina falou mais alto e hoje só trabalho com entregas”, declara Kelly.

Mercado formal X  Mercado informal

Pioneiras num crescente mercado de trabalho, elas tem ganho mensal em torno de  aproximadamente R$ 3 mil reais em média. E, diferente de outras profissões, para trabalhar como motogirl não é preciso muito tempo. As interessadas devem ter habilitação A, fazer o curso preparatório Condumoto, que dura em torno de 1 semana, possuir uma microempresa individual (MEI) e dispor de uma motocicleta que atenda as normas da legislação para atuar com entregas (placa vermelha, baú de 90 litros). Para ingressar como entregadora no Rapiddo, as interessadas devem atender todas as exigências descritas acima. 

Carros x Motos

Da mesma forma com a qual a frota de motoboys e motogirls cresce na cidade de São Paulo, por consequência o número de acidentes também cresce. Fatores como o excesso de veículos, imprudência e o ritmo acelerado do cotidiano nas grandes cidades contribuem para este cenário.

O fato é que Motogirls e Motoboys podem sim fazer o mesmo trabalho: não depende do sexo e sim do comprometimento e dedicação de cada um. “A grande questão é que pra trabalhar no trânsito não importa ser homem ou mulher, tem que ter muita paciência. O nosso maior vilão sem dúvida ainda é a falta de respeito dos motoristas, as pessoas andam muito imprudentes” finaliza Kelly.

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5 Respostas

  1. Vanderli Teles
    | Responder

    Boa tarde.
    Parabéns Kelly

  2. Lenilson
    | Responder

    Parabéns Kelly mulher guerreira 👏👏👏

  3. Jucelino
    | Responder

    Parabéns Kelly,vc é um motivo de orgulho!

  4. Fernanda
    | Responder

    Parabéns Kelly….abri uma empresa em Campinas e eu mesma piloto…
    Me apaixonei pela profissão!
    Grande abraço e sucesso!

    • Rapiddo
      | Responder

      Olá, Fernanda! Tudo bem? O Rapiddo Entregas fica feliz em saber disso! Muito sucesso para você e a sua empresa! Qualquer coisa, estamos à disposição.

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